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5 dicas para refazer seu site com foco em resultados reais

By João Eisenmann In Dicas e Novidades março 14, 2017

Esta lista é baseada nesse texto do portal Mashable, acrescido das minhas próprias observações.

Quando chega a hora de repensar o site da sua empresa é fácil se empolgar com as infinitas possibilidades e acabar perdendo a visão do que realmente importa. Para conseguir o melhor de um redesign é essencial que ele seja bem estruturado, alinhado com seus objetivos comerciais e com a expectativa dos seus usuários.

Leve em conta também o ambiente das redes sociais. Se você ainda não está presente em nenhuma delas esse é o momento ideal para pensar nisso. Além das grandes (Facebook e Twitter), você pode explorar outras redes focadas em supernichos e se surpreender com os resultados. Atualmente os ambientes sociais são os canais mais assertivos para atingir públicos específicos na internet.

Quando o trabalho de refação estiver concluído não deixe ainda de pensar em uma política de atualizações e melhorias, afinal, depois de tanto esforço, não é nada esperto deixar seu belo novo site às traças. Ficar de olho nos pontos a seguir vai te ajudar a manter um plano de trabalho conciso.

1. Conteúdo

Se seu conteúdo não deixar claro desde o início algumas questões básicas como o que você oferece e por que seu visitante deveria prestar atenção, com certeza seu site terá a taxa de retenção comprometida, podendo nunca corresponder às suas expectativas.

Ter em mãos um panorama do seu site atual é o primeiro passo para começar a trabalhar. Mapeie suas páginas, como estão organizadas e avalie seu conteúdo com humildade para identificar o que pode ser melhorado. Não hesite em pedir a opinião de terceiros para gerar insights. Com a ajuda do Google Analytics você também pode avaliar o sucesso dos Call To Actions existentes e levantar quais as landing pages são mais acessadas e deverão ser tratadas com carinho especial nesse processo.

Visualizar esse mapeamento torna mais fácil a identificação de lacunas a serem resolvidas – e o início da criação do novo conteúdo entendendo o que funciona melhor te dá a segurança de trabalhar embasado em dados reais.


2. Design pensado para o usuário

É inevitável julgar um livro pela capa. Se o primeiro impacto visual de seu site for negativo, muito provavelmente o visitante nem chegará a ler o conteúdo e partirá para o próximo concorrente. Perceba que o design tem um papel primordial na percepção do seu negócio e sua credibilidade, mas não adianta querer agradar o mundo no layout, ou pior ainda, agradar somente a si próprio. É preciso enxergar com clareza quem é seu público principal, que linguagem e recursos visuais funcionam melhor e aproveitar a oportunidade para extrair feedbacks que apontem o que de fato é mais importante para eles.

Pense em seu site como uma interface que deve ser fácil de usar, com informações claras e bem hierarquizadas. Elementos importantes que ajudam o usuário a se localizar devem manter uma disposição previsível. Fuja de imagens genéricas dos bancos de imagem preferindo boas fotos do seu próprio ambiente. Use as cores estrategicamente para enriquecer o entendimento do conteúdo e, ainda nesse sentido, perca algum tempo escolhendo uma tipografia agradável e trabalhando em seus espaçamentos. Pequenos detalhes assim acabam agindo à favor da sedução de usuário, aumentando consequentemente as conversões.


3. Responsividade

Como venho defendendo em postagens anteriores, atualmente é imprescindível trabalhar sobre diretrizes que contemplem os dispositivos móveis. Isso significa agregar ao projeto mais acessibilidade, relevância perante os buscadores e praticidade na hora de gerenciar e alterar seu conteúdo.

Imagine os elementos se comportando com fluidez quando visualizados no tablet ou smartphone, e lembre-se sempre que o site deve ser pensado para o usuário, não para o dispositivo em que é acessado. Em telas menores, oculte informações menos importantes que complicarão a navegação em situações adversas. Pergunte-se “Em que situação meu visitante recorrerá ao site através do celular?” para definir a importância de cada coisa.

Um exemplo de como a diagramação pode se comporar em diferentes telas.

4. Integração com as redes sociais

Seu site e perfis sociais devem caminhar sempre de mãos dadas, aumentando o alcance da sua marca. As atualizações de conteúdo podem naturalmente virar novidades relevantes que movimentarão seu perfil, incentivarão o engajamento e trarão usuários do ambiente social para o site. Da mesma forma, facilite o caminho inverso disponibilizando botões de compartilhamento, curtir e comentário social nos conteúdos. Diversos estudos tem concluído que a “prova social”, ou seja, a qualidade das avaliações através das redes sociais, tem sido o fator que mais influencia uma conversão final.

Destacar conteúdos gerados por seus seguidores (fotos, vídeos, depoimentos…) no ambiente do site também é interessante para criar uma experiência de compra mais pessoal e estreitar os laços do cliente com a marca. Manter um ranking dos produtos mais populares nas redes também é outra sugestão para gerar interesse e impulsionar vendas.


5. Velocidade e performance

A questão da velocidade de carregamento não pode mais ser postergada para o final de um projeto na web. Simplesmente reaproveitar a estrutura geral do layout nas páginas internas também não resolverá a situação. Sites que demoram pra carregar estão condenados a perder visitas diariamente.

Um estudo do Google indica que cada 100 milisegundos a mais no carregamento significa 1% a menos nas vendas. Na prática, fazer com que o usuário espere mais do que alguns segundos para o acesso é garantir que ele não retorne ou explore seu site além da primeira página. Portanto, é válido pensar em como melhorar essa velocidade, seja no momento de escrita do código, comprimindo imagens, arquivos CSS/Javascript e diminuindo o número de requisições ao servidor, entre outras técnicas.

O Page Speed Insights é uma das várias ferramentas que não apenas medem essa performance, mas dão um diagnóstico do que deve ser feito para melhorar.

Se você conhece outras estratégias ou já teve uma experiência com as técnicas citadas acima, compartilhe suas impressões nos comentários abaixo.

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